Paschoal: Material do Intercept detona fala da esquerda

A deputada estadual do PSL disse que “não havia o conluio que a esquerda quer fazer crer existir”

seg, 01/07/2019 - 12:18
Roque de Sá/Agência Senado Paschoal é uma das autoras do pedido de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) Roque de Sá/Agência Senado

Os vazamentos feitos nos últimos dias pelo site The Intercept, sob responsabilidade do jornalista Glenn Greenwald, continuam no centro da discussão política atual e repercutindo em diversas vertentes do cenário.

A deputada estadual por São Paulo Janaína Paschoal (PSL) utilizou seu perfil oficial no Twitter para dizer que o material divulgado foi editado. “Mesmo estando evidente que o tal material, anunciado como prova, foi editado (alterado, adulterado), penso ser importante deixar bem claro que os diálogos entre procuradores, opinando sobre assuntos nacionais, não têm interesse público”, argumentou.

Paschoal, que também é uma das autoras do pedido de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), continuou repercutindo a ocupação de Sergio Moro no comando do Ministério da Justiça. “Todo cidadão tem direito a emitir sua opinião, pública ou privadamente, sobre a nomeação de um ministro. Salvo o desejo de expor as pessoas indevidamente, não vejo interesse em publicar o que cada Procurador pensou sobre o convite e aceitação de Sérgio Moro para o Ministério da Justiça”, disse.

“Aliás, o fato de os Procuradores se mostrarem críticos a Sérgio Moro e ao próprio Presidente Bolsonaro só mostra que não havia o conluio que a esquerda quer fazer crer existir”, complementou a jurista.

Por fim, Janaína Paschoal sugeriu que o The Intercept não tem um forte material. “A cada dia, fica mais claro que o material bombástico do Intercept só tem potencial para detonar a narrativa da própria esquerda. Mesmo editados, os diálogos mostram que os Procuradores não estavam fechados com Moro e que estão longe de serem Bolsonaristas. Só não vê quem não quer”, falou.

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