Deputado diz que Paulo e Geraldo são duas “geringonças”

Marco Aurélio (PRTB) falou que o governador e o prefeito foram “criados” pelo ex-governador Eduardo Campos

por Taciana Carvalho seg, 04/02/2019 - 18:57
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O líder da oposição na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Marco Aurélio (PRTB), já protagonizou a sua primeira polêmica estreando na Casa. O parlamentar, sem citar nomes, chamou o governador Paulo Câmara (PSB) e o prefeito Geraldo Julio (PSB) de “geringonças”. 

Aurélio falou que os dois pessebistas foram “criados” pelo ex-governador Eduardo Campos. “Que Pernambuco não está bem, que houve uma criação por parte do grande governador, o saudoso governador Eduardo Campos, que criou uma gerigonça. Ele criou uma gerigonça para ele tocar e, infelizmente, ele foi embora e deixou essa geringonça aí, que são os dois que representa o PSB tanto no Recife quanto em Pernambuco”, disparou.

O deputado contou que a oposição vai mostrar, ao longo desses quatro anos, que Pernambuco não é como aparece no guia eleitoral do PSB. "Que parece propaganda de Hollywood, nós temos problemas sérios em Pernambuco de infraestrutura, a exemplo de segurança”. 

“Falam que o Recife e Pernambuco está muito bem em questões estruturais, mas falta água na casa do povo do Recife, na periferia não tem água. Na periferia, tem menino de dez anos que nunca tomou um banho de chuveiro. Nós temos problemas no trânsito, nós temos problemas muito sério no Detran, que liberou a indústria de multa no Recife onde existe somente a finalidade de multar, arrecadar e não de educar e melhorar o trânsito. São temas muitos que nós vamos debater todos nós. Não será uma pauta só minha, será uma pauta de todos da oposição”, complementou.

O ex-vereador ainda disse que a oposição saiu bastante unida de todo o processo eleitoral. “Nós estamos unidos no sentido de propor a Pernambuco que a gente está enxergando o que nós já enxergávamos na eleição. Não que os palanques ainda estejam armados, mas é importante notar que todos aqueles atores que estavam no palanque da oposição, naquele momento, ninguém se rendeu. Ficamos todos do lado da oposição, ou seja, continuamos pensando do mesmo jeito que a gente pensava antes”. 

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