Cartão Reforma vai priorizar municípios em calamidade

O anúncio foi feito pelo ministro Bruno Araújo (PSDB), nesta terça-feira (25), durante um evento no Recife

por Giselly Santos ter, 25/07/2017 - 14:26
Paulo Uchôa/LeiaJáImagens O auxiliar do presidente também aproveitou para fazer um balanço das atividades da pasta Paulo Uchôa/LeiaJáImagens

Os municípios de estados que decretaram calamidade por conta de enchentes - como os de Pernambuco, Santa Catarina, Alagoas e Rio Grande do Sul - terão prioridade no programa Cartão Reforma, do Ministério das Cidades. O anúncio foi feito pelo ministro Bruno Araújo (PSDB), nesta terça-feira (25), durante um evento no Recife. Apesar de serem os primeiros beneficiados, os municípios em estado de emergência, vão ter que aguardar o lançamento oficial do cartão, já adiado diversas vezes e ainda sem data prevista para acontecer.

"O Cartão Reforma será lançado em Caruaru e na vamos abrir imediatamente o sistema do ministério para um atendimento emergencial aos estados que foram atingidos pelas chuvas, que estão em calamidade.  Serão 25 milhões para Pernambuco. E na semana seguinte, abriremos para o restante do Brasil. Nós estamos esperando só Caruaru", declarou, durante a abertura do Congresso Pernambucano de Municípios. 

A nova data para o evento em Caruaru será marcada, de acordo com o ministro, apenas após a votação da admissibilidade da denúncia contra o presidente Michel Temer (PMDB), por corrupção passiva, na Câmara dos Deputados. A apreciação está prevista para o dia 2 de agosto, quando encerra o recesso parlamentar.  

Durante a fala para uma plateia de prefeitos pernambucanos, o auxiliar do presidente também aproveitou para fazer um balanço das atividades da pasta em Pernambuco e pontuar que o país está se recuperando da crise econômica. 

“Há um ano e três meses tínhamos um cenário de absoluta inadimplência no Ministério das Cidades. Neste período são R$ 1,2 bilhões repassados aos municípios de Pernambuco de maneira direta e indireta. Pela primeira vez temos todas as emendas pagas aos deputados federais independente de posicionamento político e partidário. Temos certeza que vamos virar a página desta grave crise e voltar a gerar emprego e renda”, destacou o tucano.

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