O nascimento de uma vida, graça alcançada

Professora Ana Virgínia Cunha relata a história da gravidez de risco da filha e agradece à Nossa Senhora pela intercessão

qui, 11/10/2018 - 18:57

Considerado como o Natal dos paraenses, o Círio 2018 chegou. A festa, que é comemorada no domingo (14), reúne famílias em torno da devoção à Nossa Senhora de Nazaré. Nessa festa de fé, que existe desde 1793, várias histórias são compartilhadas, histórias de milhares de graças alcançadas pela fé em Nossa Senhora. 

Entre as histórias está a de Ana Virgínia Cunha, 60 anos, professora de arte culinária, que recebeu uma grande bênção. "Estava na procissão do Círio 2017, como todo paraense, pedindo uma graça à Nossa Senhora. Minha filha, casada há dois anos, estava tentando engravidar e com muita fé pedi a nossa mãezinha que me desse essa graça e no mês de novembro veio a confirmação da gravidez", contou Virgínia.

Depois que Virgínia conseguiu essa bênção, enfrentou outro obstáculo, a gravidez de risco da filha. "Foi uma gravidez com riscos, pela perda de líquido e minha filha tendo que ficar 10 dias internada, mas consagramos a bebê à Nossa Senhora e que ela se chamaria Maria", afirmou Virginha, que mantinha a fé de que as coisas se resolveriam e que seu pedido seria atendido.

O tempo passou e a gravidez de risco da filha de Virgínia foi superada e finamente a família viu o rosto do bebê que tanto esperava. "Ela nasceu dia 27 de agosto, dia de Santa Mônica, mais uma graça, e ela nasceu com saúde. Este ano vamos ao Círio agradecer tudo isso. Minha neta se chama Maria Luiza. Maria por causa da graça de nossa mãe e Luiza, nome escolhido do feminino do pai", explicou a devota.

Ana Virgínia diz que a fé é a explicação para alcançar as graças de Deus. "Quem tem fé e confia plenamente em Deus alcança graças. Sempre que colocamos nossa vida em comunhão com Deus e com a Virgem Maria as graças são divinas. A cada mês, quando celebramos o mesário da minha neta, Maria é lembrada e celebrada", concluiu. 

Essa é a fé que move os paraenses. 

Por Rosiane Rodrigues.

 

COMENTÁRIOS dos leitores